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sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Mini história da educação no Brasil

terça-feira, 27 de março de 2012

sexta-feira, 22 de julho de 2011

PS Store Brasil!

Finalmente a PlayStation Store chegou ao Brasil! Com preços em reais, mas ainda não há todo o conteúdo da Store americana. Uma das melhores notícias disso é que o programa Welcome Back, que permite que o usuário baixe 2 jogos para PS3 (entre LittleBigPlanet, InFamous, Superstardust HD, WipeOut HD Bundle e Dead Nation) e dois jogos para PSP (LittleBigPlanet PSP, ModNation Racers PSP, Killzone Liberation e Persuit Force) além de um dynamic theme. Agora os usuários podem comprar e usar avatares em seus perfis. Segundo uma declaração anterior da Sony no Brasil a ideia é implantar em duas fases:: a primeira é a implantação (que aconteceria antes dos dias das crianças 12/10) e a segunda seria o emparelhamento do conteúdo da Store brasileira com a Store americana. A primeira fase já está em curso, esperemos a segunda.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Estaria o iPad gerando desemprego nos EUA?

Segundo este deputado americano sim.

Concordo com ele em algumas partes, o fato de deixar de produzir o produto no país e importar isto da China definitivamente está errado. O país deveria garantir que estes empregos fiquem no país.
Porém, acredito que não podemos ser tão avessos a mudanças, a tecnologia hoje evolui num ritmo muito rápido, e não podemos ignora-lá, temos que absorver isto na economia/cultura e nos adaptar.

Já em relação a questão da produção dos tablets no Brasil, espera-se que o governo ajude a obter vantagens para o país como um todo (como a criação de empregos, por exemplo) e não somente com os consumidores (importando as peças da China e montando aqui somente para baratear o produto).

Obviamente o vídeo fica um pouco exagerado devido ao fato do deputado falar de um iProduto em específico, mas a ideia dele é válida para muitas áreas (uma delas a tecnologia).

E vocês o que acham. Sr. Jobs está acabando com os "jobs" (hã hã)?

sábado, 22 de janeiro de 2011

O agrotóxico nosso de cada dia nos dai hoje

Todos os dias o povo come veneno. Quem são os responsáveis?

João Pedro Stédile *, no Adital

O Brasil se transformou desde 2007, no maior consumidor mundial de venenos agrícolas. E na ultima safra as empresas produtoras venderam nada menos do que um bilhão de litros de venenos agrícolas. Isso representa uma media anual de 6 litros por pessoa ou 150 litros por hectare cultivado. Uma vergonha. Um indicador incomparável com a situação de nenhum outro país ou agricultura.

Há um oligopólio de produção por parte de algumas empresas transnacionais que controlam toda a produção e estimulam seu uso, como a Bayer, a Basf, Syngenta, Monsanto, Du Pont, Shell química etc.

O Brasil possui a terceira maior frota mundial de aviões de pulverização agrícola. Somente esse ano foram treinados 716 novos pilotos. E a pulverização aérea é a mais contaminadora e comprometedora para toda a população.

Há diversos produtos sendo usados no Brasil que já estão proibidos nos países de suas matrizes. A ANVISA conseguiu proibir o uso de um determinado veneno agrícola. Mas as empresas ganharam uma liminar no “neutral poder judiciário” brasileiro, que autorizou a retirada durante o prazo de três anos… e quem será o responsável pelas conseqüências do uso durante esses três anos? Na minha opinião é esse Juiz irresponsável que autorizou na verdade as empresas desovarem seus estoques.

Os fazendeiros do agronegócio usam e abusam dos venenos, como única forma que tem de manter sua matriz na base do monocultivo e sem usar mão-de-obra. Um dos venenos mais usados é o secante, que é aplicado no final da safra para matar as próprias plantas e assim eles podem colher com as maquinas num mesmo período. Pois bem esse veneno secante vai para atmosfera e depois retorna com a chuva, democraticamente atingindo toda população inclusive das cidades vizinhas.

O Dr. Vanderley Pignati da Universidade Federal do Mato Grosso tem várias pesquisas comprovando o aumento de aborto, e outras conseqüências na população que vive no ambiente dominado pelos venenos da soja.

Diversos pesquisadores do Instituto Nacional do Câncer e da Universidade federal do Ceara já comprovaram o aumento do câncer, na população brasileira, conseqüência do aumento do uso de agrotóxicos.

A ANVISA -responsável pela vigilância sanitária de nosso país-, detectou e destruiu mais de 500 mil litros de venenos adulterados,somente esse ano, produzido por grandes empresas transnacionais. Ou seja, alem de aumentar o uso do veneno, eles falsificavam a fórmula autorizada, para deixar o veneno mais potente, e assim o agricultor se iludir ainda mais.

O Dr. Nascimento Sakano, consultor de saúde, da insuspeita revista CARAS escreveu em sua coluna, de que ocorrem anualmente ao redor de 20 mil casos de câncer de estomago no Brasil, a maioria conseqüente dos alimentos contaminados, e destes 12 mil vão a óbito.

Tudo isso vem acontecendo todos os dias. E ninguém diz nada. Talvez pelo conluio que existe das grandes empresas com o monopólio dos meios de comunicação. Ao contrário, a propaganda sistemática das empresas fabricantes que tem lucros astronômicos é de que, é impossível produzir sem venenos. Uma grande mentira. A humanidade se reproduziu ao longo de 10 milhões de anos, sem usar venenos. Estamos usando veneno, apenas depois da segunda guerra mundial, para cá, como uma adequação das fabricas de bombas químicas agora, para matar os vegetais e animais. Assim, o poder da Monsanto começou fabricando o Napalm e o agente laranja, usado largamente no Vietnam. E agora suas fabricas produzem o glifosato, que mata ervas, pequenos animais, contamina as águas e vai parar no seu estômago.

Esperamos que na próxima legislatura, com parlamentares mais progressistas e com novo governo, nos estados e a nível federal, consigamos pressão social suficiente, para proibir certos venenos, proibir o uso de aviação agrícola, proibir qualquer propaganda de veneno e responsabilizar as empresas por todas as conseqüências no meio ambiente e na saúde da população.

* Economista. Integrante da coordenação nacional do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) e da Via Campesina Brasil

Através de Vi o Mundo